AS MÍDIAS LOCAIS JOGANDO SUJO!

Os contribuintes do Jornal Infornativo voltaram a ser atacados por caluniadores incentivados por outras mídias locais. Parece brincadeira mas essa situação vem se repetindo há cerca de 8 meses e já chegou a perturbar nossa coordenação e a vida dos anunciantes, que investem uma parte do suor de seu dia-a-dia, para divulgar seus negócios em uma instituição que leva a sério o trabalho que promete desenvolver e que o leitor nativo valoriza há mais de 4 anos de distribuição. É por saber que este leitor é a mola propulsora do desenvolvimento de nosso projeto, que nos esforçamos para entregar um-a-um (casa a casa, apartamento por apartamento, loja a loja, funcionário por funcionário), obstinados em aumentar a abrangência ao longo de cada jornada mensal na Regão Oeste do Recife.

As primeiras investidas, usaram como artifício a efervecência de notícias massificadas pelos meios de comunicação sobre a Lava Jato, Impeachement e outras tematicas políticas, reconfigurando o discurso sobre a pespectiva da corrupção. A mentira, quase levou nossos anúnciantes a acreditar, que caso continuassem ultilizando os serviços de dilvulgação do Jornal Infornativo, futuramente estariam sendo processados, porque estariamos sendo investigados pela Justiça Federal. O pior é que o caluniador afirmava ser integrante de uma repartição do Ministério da Fazenda e que estava ligando para oferecer uma orientação/conselho e justificava, dizendo que gostava muito da empresa/anúnciante e que de alguma maneira “ela” ou um familiar já teria se tornado cliente do estabelecimento e não achava justo que ele fosse prejudicado. Exemplo: Se o anunciante for um colégio, o caluniador vai afirmar que tem ou teve um parente matriculado. Se o anúnciante é um Consultório Odontológico, a calúnia começa dizendo que já fez um tratamento odontológico no estabelecimento.

Seria completamente anti-ético se profissionais do poder público que trabalham com investigações sigilosas, pudessem tornar público uma investigação dessa natureza, ultilizando-se de um ato falho de tamanha inocência, já que a principio as ligações eram e são estabelecidas a partir de chamadas com números privados/desconhecidos. E foi justamente por isto que parte dos anunciantes desconfiaram logo de imediato. Em meio a uma fala acelerada e descoordenada o caluniador ficou desconcertado (a) quando foram feitas ”perguntas – chaves” como por exemplo seu nome, pela necessidade de identificação e de outros protocolos de segurança, que podiam legitimar a denúncia. Desmascarado, o caluniador encerra a chamada com rispidez ou lança uma desculpa qualquer para despistar.

É incrível e parece cena das novelas de mal gosto da rede de TV nacional. Mas as armações não param e inovam no discurso a interpretar diversos personagens e que na maioria das vezes retomam o papel de cliente, para que o dialogo seja aberto e desenvolvido com maior  facilidade.

Agora com intuito de depreciar nossa atividade, instimulando o anunciante a sentir raiva e duvidar de nossa integridade, o caluniador tem uma nova estratégia e declara ter encontrado uma grande quantidade de exemplares deste jornal sendo jogado/descartado em terrenos baldios, próxima a córregos do esgotamento sanitário, em terrenos baldios de ruas pouco movimentadas e outros locais de difícil acesso.

Os anúnciantes antigos já sabem de nossas práticas e conhecem bem sobre como desenvolvemos nosso processo de trabalho. Por se tratar de uma empresa de pequeno porte, a coordenação deste jornal está envolvida e presente em todos as etapas: desde a captação de recursos até a distribuição dos 10.000 exemplares que dura um mês.

Os integrantes da equipe de distribuição são escolhidos sob alguns critérios, mas priorizamos o preenchimento das vagas, garantindo a participação dos promotores que já experientes e que distribuiram as edições anteriores, mesmo assim, estes são supervisionados enquanto promovem a distribuição nas ruas, avenidas, condomínios ou em frente às grandes instituições. Também vistoriamos uma vez por semana os 50 expositores dos estabelecimentos públicos e privados, para contagem e reposição dos exemplares em distribuição.

Mesmo sabendo que poderia ou pode se tratar de mais uma atitude desleal por parte dos concorrentes, os supervisores da distribuição circularam nos pontos citados nas ligações, para efetivar nosso compromisso e investigaram perguntando aos moradores e transeuntes se caso viram algum jornal sendo descartado nas redondezas. Até hoje, de nenhuma maneira as denúncias se concretizaram e esperamos que a exemplo dos anunciantes que atentos, desvendaram os falsarios no primeiro momento, também pedimos o apoio daqueles que daqui para frente, serão futuros contribuintes por acreditar em nossa proposta.

Neste caso do falso descarte, além da identificação de quem está entrando em contato, também pode-se pedir fotos e o endereço com precisão do local de onde esta acontecendo o suposto descarte, para que possamos juntos investigar e chegar a veracidade dos fatos.

Então fiquem atentos (as), porque alguns pontos em comum foram detectados e caracterizam a atuação dos caluniadores durante os contatos telefônicos:

• Normalmente a ligação é efetuada de um telefone privado, com número desconhecido.

• O caluniador começa o diálogo a dizer que é ou já foi cliente do serviço prestado pelo anunciante.

• Na maioria das vezes, a voz é de uma mulher, mas também há casos onde um homem participou e ficou evidente que este seguia a orientação de terceiros.

• Ao pedir detalhes como: localização de onde está ocorrendo o descarte (nome de rua e pontos de refência), a identificação de quem está ligando e ou até quando é solicitado o recolhimento de parte deste material ou se é possivel fazer um registro fotográfico. O caluniador vai encontrar uma maneira de encerrar a ligação, ora justificando por exemplo ter pressa para pegar um ônibus, ora sendo rispido, justificando estar querendo ajudar por saber o quanto custa o investimento em divulgação.

Paciência com esta situação, estamos enfrentando uma crise financeira no pais que causa desespero nos gerentes das mídias amadoras da região, que se vê ameaçadas pela expansão e notoriedade que o Jornal Infornativo vem conquistando pelo excelente trabalho na difusão de um meio de comunicação genuinamente comunitário.

Esperamos que ao receber uma ligação desta, registrem o máximo de informações para que possamos acumular dados afim de desmascarar o caluniador(a): é importante registrar data e horário das ligações e caso ultilizem os aplicativos de gravação de chamadas em seu smartphone, faça como um dos anunciantes que nos enviou o audio da conversa, que arquivamos em nosso banco de dados, com finalidade de acumular provas e disponibiliza-las para apreciação judicial.

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